DROSERA
Espécies PIGMÉIAS


O gênero Drosera
pigméias
tuberosas
tropicais australianas
complexo petiolaris
sul-africanas
sul-americanas
as demais

Praticamente todas as pigméias são nativas da Austrália. Elas são plantas anãs, mal ultrapassam 1 cm de diâmetro. Suas flores, de curta duração, são muito belas, de cores variadas, algumas vezes maiores que o resto da própria planta. Elas crescem no inverno, que é a estação chuvosa em seu habitat. No verão, quente e seco, apenas as estípulas (um tipo de pêlos, na base dos pecíolos) sobrevivem, protegendo o broto do calor. Como suas raízes são muito profundas (até mais de 20 cm), podem obter umidade do solo mesmo no verão. Com a aproximação do outono (e das chuvas), voltam a crescer, produzindo gemas (corpos vegetais a partir dos quais se propagam assexuadamente, medem aproximadamente 1 mm) em grande quantidade. Com o fim da época de crescimento, elas florescem, e produzem sementes, completando assim o ciclo.


CULTIVO

A dificuldade no cultivo das pigméias está na necessidade da observância de seu ciclo de crescimento: elas necessitam de repouso no verão, quando devem ser protegidas de umidade excessiva. Um método fácil de se propagá-las é via gemas.




ESPÉCIES

Abaixo estão listadas algumas poucas espécies.

>  D. dichrosepala

Espécie que forma um comprido caule conforme cresce.

D. dichrosepala
Cultivada, Marcelo
Com gemas
(Ago/1998)
MAKF

>  D. mannii

D. mannii
Cultivada, Marcelo
Com gemas
(Jun/1998)
MAKF

>  D. nitidula

D. nitidula
Cultivada, Marcelo
(Jun/1998)
MAKF

>  D. nitidula ssp. allantostigma

D. nitidula ssp. allantostigma
Cultivada, Marcelo
(Dez/1998)
MAKF



HÍBRIDOS

>  D. nitidula ssp. allantostigma X D. ericksoniae

D. nitidula ssp. allantostigma X ericksoniae
Cultivado, Mauro
Com gemas
(Jun/1999)
MAKF