Praticamente todas as pigméias são nativas da Austrália. Elas são plantas anãs, mal ultrapassam 1 cm de diâmetro. Suas flores, de curta duração, são muito belas, de cores variadas, algumas vezes maiores que o resto da própria planta. Elas crescem no inverno, que é a estação chuvosa em seu habitat. No verão, quente e seco, apenas as estípulas (um tipo de pêlos, na base dos pecíolos) sobrevivem, protegendo o broto do calor. Como suas raízes são muito profundas (até mais de 20 cm), podem obter umidade do solo mesmo no verão. Com a aproximação do outono (e das chuvas), voltam a crescer, produzindo gemas (corpos vegetais a partir dos quais se propagam assexuadamente, medem aproximadamente 1 mm) em grande quantidade. Com o fim da época de crescimento, elas florescem, e produzem sementes, completando assim o ciclo.
CULTIVO
A dificuldade no cultivo das pigméias está na necessidade da observância de seu ciclo de crescimento: elas necessitam de repouso no verão, quando devem ser protegidas de umidade excessiva. Um método fácil de se propagá-las é via gemas.
ESPÉCIES
Abaixo estão listadas algumas poucas espécies.
D. dichrosepala
D. mannii
D. nitidula
D. nitidula ssp. allantostigmaHÍBRIDOS