DROSERA
Espécies SUL-AMERICANAS


O gênero Drosera
pigméias
tuberosas
tropicais australianas
do complexo petiolaris
sul-africanas
sul-americanas
complexo cayennensis
complexo chrysolepis
complexo communis
complexo hirtella
complexo montana
complexo villosa
outras - ao norte do Amazonas
ao sul do Amazonas
dispersas
híbridos naturais
as demais



ESPÉCIES

>  D. chrysolepis   brasileira (endêmica !)

Distribui-se de forma disjunta, tendo sua maior população na Serra do Cipó e pequenas populações na Chapada Diamantina, litoral da Bahia e Itacambira. Cresce ereta, seus caules atingem de 10 a 40 cm de altura, aproximadamente. As lâminas das folhas variam do verde ao vermelho intenso.

D. chrysolepis
Serra do Cipó
(Jul/1999)
FRL

D. chrysolepis
Serra do Cipó
(Set/1999)
FRL

D. chrysolepis
Serra do Cipó
(Jul/1995)
FRL

D. chrysolepis
Serra do Cipó
(Fev/1996)
FRL

D. chrysolepis
Serra do Cipó
(Fev/1996)
FRL

D. chrysolepis
Serra do Cipó
(Fev/1996)
FRL

D. chrysolepis
Serra do Cipó
Um espécime bifurcado.
(Fev/1997)
FRL

D. chrysolepis
Serra do Cipó
Um espécime ramificado.
(Fev/1997)
FRL

D. chrysolepis
Serra do Cipó
Espécimes que sofreram a ação de uma queimada.
(Set/1999)
FRL

D. chrysolepis
Serra do Cipó
Um espécime de altura 45 cm !
(Fev/1997)
FRL

D. chrysolepis
Serra do Cipó
Close da roseta.
(Jul/1995)
FRL

D. chrysolepis
Serra do Cipó
Close de folhas jovens.
(Fev/1997)
FRL

D. chrysolepis
Serra do Cipó
Close do centro da roseta.
(Fev/1997)
FRL

D. chrysolepis
Serra do Cipó
Um espécime jovem.
(Jul/1995)
FRL

D. chrysolepis
Cultivada, Linilson
(Dez/1997)
LRP

D. chrysolepis
Itacambira, MG
(Jan/1999)
JN

D. chrysolepis
Catolés - Chapada Diamantina
(Jul/1995)
FRL

D. chrysolepis
Catolés - Chapada Diamantina
(Jul/1995)
FRL

D. chrysolepis
Catolés - Chapada Diamantina
(Jul/1995)
FRL

D. chrysolepis e D. sp. "Cipó"
Serra do Cipó (a da esquerda)
Comparada com a D. sp. "Cipó" (à direita).
(Fev/1996)
FRL

D. montana var. tomentosa e D. chrysolepis
Serra do Cipó
Crescendo junto à D. montana var. tomentosa (marcada com um círculo verde).
(Jul/1995)
FRL

>  D. sp. "chrysolepis sem caule"   brasileira (endêmica !)

D. sp. "chrysolepis sem caule"
Serra do Cipó
(Jun/1996)
LRP

D. sp. "chrysolepis sem caule"
Serra do Cipó
(Jun/1996)
LRP

D. sp. "chrysolepis sem caule"
Serra do Cipó
(Fev/1992)
FRL

D. sp. "chrysolepis sem caule"
Serra do Cipó
(Jul/1999)
FRL

D. sp. "chrysolepis sem caule"
Serra do Cipó
(Jul/1995)
FRL

D. sp. "chrysolepis sem caule"
Serra do Cipó
(Jul/1995)
FRL

D. sp. "chrysolepis sem caule"

Serra do Cipó
Close extremo de uma flor. Note que a flor é bicolor, a "base" sendo mais escura.
(Jul/1995)

FRL

D. sp. "chrysolepis sem caule"
Serra do Cipó
Sofrendo ação de uma parasita.
(Fev/1996)
FRL