DROSERA
Espécies SUL-AMERICANAS


O gênero Drosera
pigméias
tuberosas
tropicais australianas
do complexo petiolaris
sul-africanas
sul-americanas
complexo cayennensis
complexo chrysolepis
complexo communis
complexo hirtella
complexo montana
complexo villosa
outras - ao norte do Amazonas
ao sul do Amazonas
dispersas
híbridos naturais
as demais



ESPÉCIES

>  D. ascendens   brasileira (endêmica !)

D. ascendens
Caminho do Mar - Serra do Mar
(Jul/1997)
LRP

D. ascendens
Caminho do Mar - Serra do Mar
Habitat
(Jul/1997)
LRP

D. ascendens
Caminho do Mar - Serra do Mar
(Jan/1992)
FRL

D. ascendens
Caminho do Mar - Serra do Mar
(Jan/1992)
FRL

D. ascendens
Caraguatatuba, SP
(Jul/1991)
FRL

D. ascendens
Itararé, divisa de SP com PR
(Abr/1995)
FRL

D. ascendens
Campos do Jordão, SP
(Out/1999)
MAKF

D. ascendens
Diamantina, MG
(Jul/1999)
FRL

D. ascendens
Diamantina, MG
(Jul/1999)
FRL

D. ascendens
Serra do Caparaó
(Fev/1996)
FRL

D. ascendens
Serra do Caparaó
(Fev/1996)
FRL

D. ascendens
Pico do Itambé, MG
(Jul/1995)
FRL

D. ascendens
Pedra do Garrafão - Biritiba-Mirim, SP
(Mar/1999)
FRL

D. ascendens
Paranapiacaba, SP
(Abr/1995)
FRL

D. ascendens
Paranapiacaba, SP
(Fev/1996)
FRL

D. ascendens
Paranapiacaba, SP
(Jan/1992)
FRL

D. ascendens
Cultivada, Fernando
Originária de Paranapiacaba, SP
(Nov/1991)
FRL

D. ascendens

Diamantina, MG
Flor mutante: possui folhas glandulosas no lugar das pétalas.
(Fev/1997)

FRL

D. villosa e D. ascendens
Cultivada, Fernando (a da direita)
Comparada com a D. villosa (à esquerda).
(Dez/1992)
FRL

>  D. sp. "Bahia"   brasileira (endêmica !)

D. sp. "Bahia"
Catolés - Chapada Diamantina
(Jul/1995)
FRL

D. sp. "Bahia"
Catolés - Chapada Diamantina
(Jul/1995)
FRL

D. sp. "Bahia"
Pico das Almas - Chapada Diamantina
(Jan/1993)
FRL

D. sp. "Bahia"
Catolés - Chapada Diamantina
Reprodução assexuada.
(Jul/1995)
FRL

D. sp. "Bahia"
Chapada Diamantina
(Jan/1993)
FRL

D. sp. "Bahia"
Chapada Diamantina
(Jan/1993)
FRL

D. communis e D. sp. "Bahia"
Pico das Almas - Chapada Diamantina (as da direita)
Comparada com a D. communis (à esquerda).
(Jan/1993)
FRL

>  D. graomogolensis   brasileira (endêmica !)

Nativa do norte de Minas Gerais, inicialmente descoberta em Grão-Mogol, daí o seu epíteto específico. Tem o aspecto de uma D. villosa comum, mas as rosetas são grossas, apoiadas numa coluna de folhas mortas (como a D. roraimae); as hastes florais são bastante compridas, as flores grandes. Uma das mais belas espécies brasileiras.

D. graomogolensis
Grão-Mogol, MG
(Dez/1994)
FRL

D. graomogolensis
Grão-Mogol, MG
(Set/1994)
FRL

D. graomogolensis
Itacambira, MG
(Dez/1994)
FRL

D. graomogolensis
Itacambira, MG
(Mar/1997)
FRL

D. graomogolensis
Itacambira, MG
(Jul/1999)
FRL

D. graomogolensis
Itacambira, MG
(Jul/1999)
FRL

D. graomogolensis
Grão-Mogol, MG
(Dez/1994)
FRL

D. graomogolensis
Grão-Mogol, MG
(Dez/1994)
FRL

D. graomogolensis
Grão-Mogol, MG
Um espécime em mau estado devido à seca.
(Out/1995)
FRL

D. graomogolensis
Grão-Mogol, MG
(Set/1994)
FRL

D. graomogolensis
Grão-Mogol, MG
Um único espécime, ramificado.
(Dez/1994)
FRL

D. graomogolensis
Grão-Mogol, MG
Um espécime crestado.
(Set/1994)
FRL

D. graomogolensis
Grão-Mogol, MG
(Set/1994)
FRL

D. graomogolensis
Grão-Mogol, MG
Iniciando o florescimento.
(Set/1994)
FRL

D. graomogolensis
Grão-Mogol, MG
Close extremo da flor sendo polinizada.
(Set/1994)
FRL

D. graomogolensis

Itacambira, MG
A lagarta da foto é um parasita que às vezes ataca esta e a D. graminifolia.
(Mar/1997)

FRL

>  D. villosa   brasileira (endêmica !)

A superfície inferior das folhas é vilosa (coberta de longos pêlos), daí o nome da espécie. Existem muitas formas diferentes, em geral florescem apenas na primavera. Encontrada em altitudes desde 600m até 2500m.

D. villosa
Serra de Ibitipoca
(Abr/1996)
LRP

D. villosa
Serra de Ibitipoca
Close das folhas.
(Abr/1996)
LRP

D. villosa
Serra de Ibitipoca
(Abr/1996)
LRP

D. villosa
Serra de Ibitipoca
Close das folhas.
(Abr/1996)
LRP

D. villosa
Serra de Ibitipoca
(Out/1995)
FRL

D. villosa
Serra de Ibitipoca
(Out/1995)
FRL

D. villosa

Cultivada, Maurício
Espécime "gigante", de 27,5 cm de diâmetro.
(Dez/1992)

FRL

D. villosa
Cultivada, Fernando
Close da haste floral.
(Nov/1995)
FRL

D. villosa e D. ascendens
Cultivada, Fernando (a da esquerda)
Comparada com a D. ascendens (à direita).
(Dez/1992)
FRL