ESPÉCIES
G. africana
G. angolensis
G. aurea
(endêmica !)
É uma espécie bastante comum, embora seja um pouco
difícil encontrar espécimes florescendo. Nativa de
planaltos brasileiros (entre 500 e 2500m de altitude), ao sul da bacia
amazônica. Normalmente encontrada em beiras de córregos,
sobre uma fina camada de água acima do solo (húmus preto
com areia), mas também cresce sobre solo que seca no inverno
(embora tais espécimes aparentem péssimo estado). Suas
flores são as maiores do gênero, de cor amarelo dourado;
as folhas, muitas por roseta (centenas, talvez a de maior quantidade de
folhas por roseta do gênero), são bastante finas, de
comprimento 5cm (normalmente somente as pontas são
visíveis, elas formam círculos de 5cm de diâmetro),
cobertas por uma substância gelatinosa (não se sabe a
finalidade desta); as armadilhas podem ter mais de 15cm de
comprimento; o caule, visível a olho (como acontece com a
Cultivo: a espécie brasileira de mais difícil
cultivo. Suas sementes são de
difícil germinação. A temperatura da água não é
importante, já que em seu habitat ela varia muito.
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Cultivada, Linilson Close da roseta. (Mai/1996) | |
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Cultivada, Linilson Iniciando o florescimento. (Mai/1996) | |
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Cultivada, Linilson Botões de flor se abrindo. (Jul/1996) | |
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Chapada dos Guimarães Vista de cima de rosetas de vários espécimes (Jul/1992) | |
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Grão-Mogol, MG Vista da roseta. Note o enorme tamanho que ela alcança. (Out/1995) | |
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Campos do Jordão, SP Várias pequenas rosetas lançando hastes florais. (Out/1999) | |
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Campos do Jordão, SP Close de uma haste floral com botões de flor. (Out/1999) | |
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Chapada dos Veadeiros Um campo repleto de espécimes florescendo (Abr/1995) | |
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Chapada dos Veadeiros Close das flores (Abr/1995) | |
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Serra do Cipó (Set/1999) | |
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Serra do Cipó (Jul/1999) | |
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Serra do Cipó | |
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Serra do Cipó Flores comidas por uma lagarta. (Set/1999) | |
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Serra do Caparaó (Fev/1996) | |
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Itacambira, MG (Mar/1997) | |
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Diamantina, MG (Fev/1997) | |
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Close de hastes florais em fruto. (Mai/1996) | |
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Serra do Cipó Close das armadilhas. (Jul/1999) | |
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Serra do Cipó Close das armadilhas, comparando uma armadilha grossa, vertical, que dá estabilidade à planta, com uma armadilha mais fina, superficial, horizontal. Juntas à uma lente de câmera para se ter idéia do tamanho. (Jul/1999) | |
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Itacambira, MG Crescendo junto com a G. sp. "Gigante" (Jul/1999) | |
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G. barthlottii
G. filiformis
Comum crescendo em solo arenoso úmido ou musgo, mas pode ficar submersa na estação de crescimento. As armadilhas têm comprimento entre 5 e 10cm. É anual.
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Chapada dos Guimarães (Abr/1995) | |
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Chapada dos Guimarães (Abr/1995) | |
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Chapada dos Guimarães (Abr/1995) | |
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Diamantina, MG (Fev/1997) | |
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Diamantina, MG (Fev/1997) | |
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Diamantina, MG Haste floral com fruto (Fev/1997) | |
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G. glabra
G. glandulosissima
G. guianensis
Nativa do norte da América do Sul. Cresce em locais com muita água (em nascentes ou em beiras de riachos). Provavelmente possui as maiores folhas do gênero (até 22 cm).
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Gran Sabana, Venezuela Hastes florais (Jan/1999) | |
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Arinos, MG Close lateral de uma flor (Abr/1999) | |
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Gran Sabana, Venezuela Toda a porção "vegetativa" da planta (Jan/1999) | |
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Gran Sabana, Venezuela Folhas enormes, submersas como ocorre com as armadilhas, avermelhadas por crescerem expostas ao Sol (Jan/1999) | |
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Arinos, MG Folhas enormes, submersas como ocorre com as armadilhas (Abr/1999) | |
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G. hispidulaA espécie mais comum em cultivo. Apresenta bastante variação, suas flores podem ser rosadas, azuladas esbranquiçadas, ou marrons.
G. margaretae
G. pallida
G. pygmaea
Comum crescendo em solo arenoso, no inverno muito seco, no verão pode ficar submersa. As armadilhas têm comprimento entre 5 e 10cm. É anual.
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Diamantina, MG (Fev/1992) | |
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Chapada dos Veadeiros Close lateral de uma flor (Abr/1995) | |
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Serra da Canastra Close lateral de uma flor (Abr/1999) | |
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Diamantina, MG Flor vista por trás (Fev/1997) | |
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Diamantina, MG Close lateral de uma flor (Fev/1997) | |
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Diamantina, MG Em fruto (Fev/1997) | |
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Diamantina, MG Crescendo junto à exemplares de Drosera sp. "Congonhas". (Fev/1997) | |
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G. repens
Encontrada quase sempre crescendo abaixo do nível da água, em nascentes ou em beira de riachos. As armadilhas têm comprimento entre 5 e 10cm. Essa espécie é a única do gênero cujo caule é horizontal e alongado (como no gênero Utricularia).
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Parque Nacional das Emas (Jul/1992) | |
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Botucatu, SP Close da roseta de folhas (Mar/1999) | |
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Cânion do Guartelá, PR Close da roseta de folhas (Abr/1995) | |
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Serra da Canastra Close lateral das flores (Abr/1999) | |
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Grão-Mogol, MG (Out/1995) | |
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Grão-Mogol, MG Vista de um emaranhado de armadilhas (Out/1995) | |
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Diamantina, MG (Jan/1999) | |
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Diamantina, MG Close de uma flor. (Fev/1997) | |
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Diamantina, MG Close lateral de duas flores. (Fev/1997) | |
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Diamantina, MG Hastes florais com frutos. (Fev/1997) | |
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Grão-Mogol, MG | |
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G. roraimensis
(endêmica !)Nativa do norte da América do Sul. Cresce em locais com muita água (nascentes ou beiras de riachos).
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Parque Nacional das Emas (Jul/1991) | |
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Botucatu, SP (Mar/1999) | |
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G. sanariapoana
Nativa do norte da América do Sul. Cresce em locais com muita água (nascentes ou beiras de riachos).
G. stapfii
G. subglabra