GENLISEA
Seção TAYLORIA



O gênero Genlisea
Seção Tayloria
Seção Genlisea


CULTIVO

Parece que as espécies as espécies desta seção necessitam ter suas sementes estratificadas (de quatro a cinco meses) para que ocorra boa germinação (já que nunca germinam imediatamente após semeadas, frescas). Após estratificadas, devem ser semeadas em substrato úmido. Passados alguns dias ou semanas, deve-se permitir que o substrato seque, deixá-lo seco por meses, e só então começar a regar (basicamente imitando o que acontece na natureza: as sementes caem no final da estação chuvosa, passam pela estação seca, e germinam quando voltam as chuvas).




ESPÉCIES

>  G. sp. "Canastra"   brasileira (endêmica !)

G. sp. "Canastra"
Serra da Canastra
(Abr/1999)
FRL

G. sp. "Canastra"
Serra da Canastra
Close lateral de uma flor
(Abr/1999)
FRL

G. sp. "Canastra"
Serra da Canastra
Close frontal de uma flor
(Abr/1999)
FRL

G. sp. "Canastra"
Cultivada, Fernando
(Ago/1995)
FRL

G. sp. "Canastra"
Serra da Canastra
Vários espécimes crescendo agrupados próximo à uma cachoeira
(Abr/1999)
FRL

G. sp. "Canastra"
Serra da Canastra
Mesmo que a foto anterior, mas mais de perto
(Abr/1999)
FRL

G. sp. "Canastra"
Serra da Canastra
Habitat
(Abr/1999)
FRL

G. sp. "Canastra" e G. sp. "Gigante"
Cultivada, Sítio Ono (a da esquerda)
Comparada com a G. sp. "Gigante" (à direita)
(Ago/1995)
FRL

G. sp. "Gigante" e G. sp. "Canastra"
Cultivada, Fernando (a da direita)
Comparada com a G. sp. "Gigante" (à esquerda)
(Ago/1995)
FRL

>  G. sp. "Cipó"   brasileira (endêmica !)

Muito similar em aparência à G. uncinata, embora não tenha o esporão curvo ("uncinado", como um anzol), tenha menos folhas, as hastes florais sejam mais finas, as armadilhas menores e menos numerosas.

G. sp. "Cipó"
Serra do Cipó
(Jan/1999)
FRL

G. sp. "Cipó"
Serra do Cipó
(Jan/1999)
JN

G. sp. "Cipó"
Serra do Cipó
Close das flores.
(Fev/1996)
FRL

G. sp. "Cipó"
Serra do Cipó
Close frontal de uma flor.
(Fev/1997)
FRL

G. sp. "Cipó"
Serra do Cipó
Close lateral de uma flor.
(Fev/1997)
FRL

G. sp. "Cipó"
Serra do Cipó
Close de um fruto.
(Fev/1997)
FRL

G. violacea e G. sp. "Cipó"
Serra do Cipó (a da direita)
Comparada com a G. violacea (à esquerda)
(Fev/1997)
FRL

G. sp. "Cipó" e G. violacea
Serra do Cipó (a da esquerda)
Comparada com a G. violacea (à direita)
(Fev/1997)
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>  G. sp. "Fumaça"   brasileira (endêmica !)

G. sp. "Fumaça"
Mucugê, BA
Close da planta inteira. Note seu diminuto tamanho.
(Jul/1995)
FRL

G. sp. "Fumaça"
Mucugê, BA
(Jul/1995)
FRL

G. sp. "Fumaça"
Habitat - Cachoeira da Fumaça (Chapada Diamantina)
(Ago/1995)
FRL

G. sp. "Fumaça"
Cultivada, Fernando
(Jun/1993)
FRL

G. sp. "Fumaça"
Cultivada, Fernando
(Jun/1993)
FRL

G. sp. "Fumaça"
Cultivada, Sítio Ono
(Jul/1995)
FRL

G. sp. "Gigante", G. sp. "Fumaça" e G. violacea

Cultivada, Fernando (a do centro)
Comparada com a G. sp. "Gigante" (à esquerda) e G. violacea (à direita, forma de Diamantina, MG).
(Mar/1996)

FRL

>  G. sp. "Gigante"   brasileira (endêmica !)

G. sp. "Gigante"
Itacambira, MG
Vista de cima da roseta de folhas
(Mar/1997)
FRL

G. sp. "Gigante"
Itacambira, MG
(Jul/1999)
FRL

G. sp. "Gigante"
Itacambira, MG
(Jul/1999)
FRL

G. sp. "Gigante"
Itacambira, MG
Variedade de flores albinas.
(Jul/1999)
FRL

G. sp. "Gigante"
Grão-Mogol, MG
Note o tamanho das hastes florais
(Jun/1994)
FRL

G. sp. "Gigante"
Grão-Mogol, MG
(Set/1994)
FRL

G. sp. "Gigante"
Grão-Mogol, MG
Close de uma flor
(Jun/1994)
FRL

G. sp. "Gigante"
Itacambira, MG
Vista lateral de uma flor
(Jul/1999)
FRL

G. sp. "Gigante"
Itacambira, MG
Vista lateral de uma flor
(Mar/1997)
FRL

G. sp. "Gigante"
Cultivada, Sítio Ono
(Set/1995)
FRL

G. sp. "Canastra" e G. sp. "Gigante"
Cultivada, Sírio Ono (a da direita)
Comparada com a G. sp. "Canastra" (à esquerda)
(Ago/1995)
FRL

G. sp. "Gigante" e G. sp. "Canastra"
Cultivada, Fernando (a da esquerda)
Comparada com a G. sp. "Canastra" (à direita)
(Ago/1995)
FRL

G. violacea e G. sp. "Gigante"
Cultivada, Sítio Ono (a da direita)
Comparada com a G. violacea (à esquerda)
(Mai/1995)
FRL

G. aurea e G. sp. "Gigante"
Itacambira, MG
Crescendo junto com a G. aurea
(Jul/1999)
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G. sp. "Gigante" e G. sp. "bela de Itacambira"
Itacambira, MG (as da esquerda)
Comparada com a G. sp. "bela de Itacambira"
(Jul/1999)
FRL

G. sp. "Gigante" e G. sp. "bela de Itacambira"
Itacambira, MG (a da esquerda)
Comparada com a G. sp. "bela de Itacambira"
(Jul/1999)
FRL

G. sp. "Gigante" e G. sp. "bela de Itacambira"
Itacambira, MG (a da esquerda)
Comparada com a G. sp. "bela de Itacambira"
(Jul/1999)
FRL

G. sp. "bela de Itacambira", G. sp. "Gigante" e G. violacea

Itacambira, MG (a do centro)
Comparada com a G. sp. "bela de Itacambira" (à esquerda) e G. violacea (à direita)
(Nov/1997)

FRL

G. sp. "bela de Itacambira", G. sp. "Gigante" e G. violacea

Itacambira, MG (a do centro)
Comparada com a G. sp. "bela de Itacambira" (à esquerda) e G. violacea (à direita)
(Nov/1997)

FRL

G. sp. "Gigante", G. sp. "Fumaça" e G. violacea

Cultivada, Fernando (a da esquerda)
Comparada com a G. sp. "Fumaça" (ao centro) e G. violacea (à direita, forma de Diamantina, MG).
(Mar/1996)

FRL

>  G. sp. "bela de Itacambira"   brasileira (endêmica !)

G. sp. "bela de Itacambira"
Itacambira, MG
Close lateral de uma flor.
(Mar/1997)
FRL

G. sp. "bela de Itacambira"
Itacambira, MG
Close frontal de uma flor.
(Mar/1997)
FRL

G. sp. "bela de Itacambira"
Itacambira, MG
Close frontal de uma flor.
(Jul/1999)
FRL

G. sp. "bela de Itacambira"
Itacambira, MG
(Jul/1999)
FRL

G. sp. "bela de Itacambira"
Itacambira, MG
(Jul/1999)
FRL

G. sp. "Gigante" e G. sp. "bela de Itacambira"
Itacambira, MG (as da direita)
Comparada com a G. sp. "Gigante"
(Jul/1999)
FRL

G. sp. "Gigante" e G. sp. "bela de Itacambira"
Itacambira, MG (a da direita)
Comparada com a G. sp. "Gigante"
(Jul/1999)
FRL

G. sp. "Gigante" e G. sp. "bela de Itacambira"
Itacambira, MG (a da direita)
Comparada com a G. sp. "Gigante"
(Jul/1999)
FRL

G. sp. "bela de Itacambira", G. sp. "Gigante" e G. violacea

Itacambira, MG (a da esquerda)
Comparada com a G. sp. "Gigante" (ao centro) e G. violacea (à direita)
(Nov/1997)

FRL

G. sp. "bela de Itacambira", G. sp. "Gigante" e G. violacea

Itacambira, MG (a da esquerda)
Comparada com a G. sp. "Gigante" (ao centro) e G. violacea (à direita)
(Nov/1997)

FRL

>  G. lobata   brasileira (endêmica !)

Espécie rara em cultivo. As armadilhas têm comprimento entre 5 e 10cm. É anual.

Cultivo: difícil manter vivas as jovens plantas recém-germinadas.

G. lobata
Cultivada, Linilson
(Mai/1996)
LRP

G. lobata
Cultivada, Linilson
(Mai/1996)
LRP

G. lobata
Cultivada, Linilson
(Mai/1996)
LRP

G. lobata
Serra do Caparaó
(Jun/1993)
FRL

G. lobata
Serra da Araponga, MG
Close de uma roseta
(Fev/1996)
FRL

G. lobata
Serra da Araponga, MG
Close de uma haste floral
(Fev/1996)
FRL

G. lobata
Serra da Araponga, MG
Close de uma flor
(Fev/1996)
FRL

>  G. uncinata   brasileira (endêmica !)

Seu nome vem do formato do esporão de suas flores, "uncinado" (curvo como um anzol). É parecida com a G. violacea, embora seja maior. Encontrada numa restrita região da Bahia, numa altitude entre 1300 e 1500m (na altura de nuvens, aonde recebe umidade pela noite e manhã, o ano inteiro). Provavelmente é a que possui mais, maiores (mais de 20cm de comprimento) e mais grossas armadilhas; mais compridas (80cm) e mais grossas (7mm) hastes florais do gênero. É uma perene.

G. uncinata
Mucugê, BA
Roseta de folhas
(Jul/1995)
FRL

G. uncinata
Mucugê, BA
Várias hastes florais
(Jul/1995)
FRL

G. uncinata
Mucugê, BA
Close das flores
(Jul/1995)
FRL

G. uncinata
Mucugê, BA
Habitat
(Jul/1995)
FRL

>  G. violacea   brasileira (endêmica !)

Encontrada no sudeste brasileiro. Na Serra do Caraça, é comum crescer sobre "carpetes" de esfagno, em altitudes superiores a 1700m. Lá, alguns espécimes têm suas "armadilhas" crescendo acima do solo (as pontas desenvolviam novas plantas), expostas ao sol (adquiriram, por esta razão, uma tonalidade esverdeada); elas chegam a alcançar até 10cm de comprimento. É uma anual.

Apresenta enorme variabilidade quanto à cor, tamanho e forma das flores, podendo, no futuro, haver divisão de novas espécies dentro dessa que é considerada uma única espécie. Assim, temos o "complexo" violacea.

Cultivo: proteja da luz solar direta, caso contrário as armadilhas poderão sofrer uma redução em seu tamanho. Há casos de plantas em cultivo cujas folhas ficam com forma de "jarros".

G. violacea
Serra do Caraça
(Mar/1992)
FRL

G. violacea
Serra do Caraça
(Mar/1992)
FRL

G. violacea
Serra do Caraça
Close das flores.
(Fev/1996)
FRL

G. violacea
Serra do Caraça
Close das flores.
(Fev/1996)
FRL

G. violacea
Congonhas do Norte, MG
(Fev/1997)
FRL

G. violacea
Serra da Canastra
Close frontal de uma flor.
(Abr/1999)
FRL

G. violacea
Serra do Cipó
Uma variedade de flor branca.
(Fev/1997)
FRL

G. violacea
Serra do Cipó
Botão de flor.
(Fev/1997)
FRL

G. violacea
Serra do Cipó
(Jul/1995)
FRL

G. violacea
Serra do Cipó
Close da roseta de folhas.
(Fev/1992)
FRL

G. violacea
Serra do Cipó
Close frontal das flores.
(Fev/1992)
FRL

G. violacea
Furnas, MG
(Dez/1991)
FRL

G. violacea
Furnas, MG
Incontáveis espécimes crescendo juntos
(Mar/1999)
FRL

G. violacea
Furnas, MG
Close das flores
(Mar/1999)
FRL

G. violacea
Serra de Ibitipoca
Close frontal de uma flor.
(Out/1995)
FRL

G. violacea
Serra de Ibitipoca
Close frontal de uma flor.
(Nov/1995)
FRL

G. violacea
Serra de Ibitipoca
(Nov/1995)
FRL

G. violacea
Cultivada, Marcelo
Close de uma flor
(Jan/1998)
MAKF

G. violacea
Cultivada, Mauro
Close de flores
(Jun/1999)
MAKF

G. violacea
Cultivada, Fernando
(Nov/1992)
FRL

G. violacea
Cultivada, Fernando
(Fev/1992)
FRL

G. violacea
Cultivada, Fernando
(Mar/1992)
FRL

G. violacea

Cultivada, Fernando
Da Serra de Ibitipoca (à esquerda) e um híbrido entre da Serra de Ibitipoca e de Furnas, MG (à direita)
(Out/1993)

FRL

G. violacea
Cultivada, Fernando
De Furnas, MG (à esquerda) e Serra do Caraça (à direita)
(Mar/1992)
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G. violacea e G. sp. "Cipó"
Serra do Cipó (a da esquerda)
Comparada com a G. sp. "Cipó" (à direita)
(Fev/1997)
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G. sp. "Cipó" e G. violacea
Serra do Cipó (a da direita)
Comparada com a G. sp. "Cipó" (à esquerda)
(Fev/1997)
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G. violacea e G. sp. "Gigante"
Cultivada, Sítio Ono (a da esquerda)
Comparada com a G. sp. "Gigante" (à direita)
(Mai/1995)
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G. sp. "bela de Itacambira", G. sp. "Gigante" e G. violacea

Itacambira, MG (a da direita)
Comparada com a G. sp. "bela de Itacambira (à esquerda) e G. sp. "Gigante" (ao centro)
(Nov/1997)

FRL

G. sp. "bela de Itacambira", G. sp. "Gigante" e G. violacea

Itacambira, MG (a da direita)
Comparada com a G. sp. "bela de Itacambira (à esquerda) e G. sp. "Gigante" (ao centro)
(Nov/1997)

FRL

G. sp. "Gigante", G. sp. "Fumaça" e G. violacea

Cultivada, Fernando (a da direita, forma de Diamantina, MG)
Comparada com a G. sp. "Gigante" (à esquerda) e G. sp. "Fumaça" (ao centro).
(Mar/1996)

FRL

G. violacea
Cultivada, Fernando
(Nov/1992)
FRL