Plantas deste gênero foram recém-descobertas, ainda são raras em coleções. Seu ambiente nativo são os cumes dos montes chamados tepuis, a 2000m de altitude, na Venezuela, Guiana e fronteira com o Brasil.
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Essas plantas têm mais ou menos o aspecto da Sarracenia, mas são, de certa forma, mais "primitivas": não possuem "tampas" nas "ânforas" (mas existe uma estrutura chamada "colher de néctar"). Assim, as "ânforas" são abertas, desprotegidas da água da chuva (esta escorre para fora facilmente devido à estrutura das "ânforas"). |
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As presas são atraídas pelas vivas cores das folhas e pelo odor do néctar, proveniente da "colher de néctar". A captura e digestão são realizadas de forma similar à da Sarracenia, exceto que essas plantas não possuem enzimas digestivas, sendo a digestão realizada por bactérias que vivem no líquido das "ânforas".
CULTIVO
O cultivo de uma planta desse gênero é considerado difícil: necessita de muita umidade (e as raízes apodrecem se se colocar um prato com água embaixo do vaso), temperaturas inferiores à 26ºC (embora seu habitat seja na linha do equador, esta temperatura nunca é ultrapassada, graças à grande altitude), ar e água frescos, e luz solar direta. Além disso, as folhas são frágeis, quebram-se facilmente; o crescimento é lento (especialmente a germinação).
ESPÉCIES
H. heterodoxa
H. ionasii
H. minor
H. sp. "Neblina" 
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Pico da Neblina, AM Um espécime visto de cima (Jan/1999) | |
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H. nutans 
H. tatei
H. tatei var. neblinae 
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Pico da Neblina, AM Um espécime em flor (Jan/1999) | |
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Pico da Neblina, AM Um espécime velho, com caule bem distinto (Jan/1999) | |
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Pico da Neblina, AM Vários espécimes (Jan/1999) | |
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Pico da Neblina, AM Um lagarto caiu na armadilha ! (Jan/1999) | |
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Pico da Neblina, AM (Jan/1999) | |
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HÍBRIDOS
Recentemente muitos híbridos foram criados pelo homem. Parece que são mais resistentes à altas temperaturas, e portanto de mais fácil cultivo.