UTRICULARIA
Seção ARANELLA



O gênero Utricularia
Aranella
Australes
Avesicaria
Avesicarioides
Benjaminia
Calpidisca
Candollea
Chelidon
Choristothecae
Enskide
Foliosa
Iperua
Kamienskia
Lecticula
Lloydia
Martinia
Meionula
Mirabiles
Nelipus
Nigrescentes
Oligocista
Oliveria
Orchidioides
Pleiochasia
Phyllaria
Polypompholyx
Psyllosperma
Setiscapella
Sprucea
Steyermarkia
Stomoisia
Stylotheca
Tridentaria
Utricularia
Vesiculina



ESPÉCIES

>  U. blanchetii   brasileira (endêmica !)

Encontrada apenas na Chapada Diamantina. É uma anual, embora em cultivo se comporte como uma perene. Há formas cujas flores são brancas (com pequenas manchas nos labelos), púrpura, e intermediárias entre estas.

U. blanchetii
Mucugê - Chapada Diamantina
(Jul/1995)
FRL

U. blanchetii
Mucugê - Chapada Diamantina
(Jul/1995)
FRL

U. blanchetii
Mucugê - Chapada Diamantina
(Jul/1995)
FRL

U. blanchetii
Mucugê - Chapada Diamantina
(Jul/1995)
FRL

>  U. sp. "Caraça"   brasileira (endêmica !)

Aparentemente próxima da U. parthenopipes.

U. sp. "Caraça"
Serra do Caraça
(Mar/1992)
FRL

U. sp. "Caraça"
Serra do Caraça
(Fev/1996)
FRL

U. sp. "Caraça" e U. laciniata
Serra do Caraça (a da esquerda)
Comparada com a U. laciniata (à direita)
(Abr/1993)
FRL

>  U. costata   brasileira

Espécie extremamente rara, seu tamanho é muito pequeno. Parece ser uma perene, apesar de crescer em áreas de cerrado. Encontra-se em solos que mantêm-se úmidos o ano inteiro. É de fácil cultivo.

U. costata
Chapada dos Guimarães
(Mar/1992)
FRL

U. costata
Jataí, GO
(Mai/1999)
FRL

U. costata
Jataí, GO
(Mai/1999)
FRL

U. costata
Chapada dos Guimarães
(Fev/1995)
FRL

>  U. fimbriata

>  U. laciniata   brasileira (endêmica !)

Espécie anual, pequena, é bastante comum e apresenta grande variabilidade. Muito parecida com a U. purpureocaerulea. Suas flores podem ser da cor púrpura ou brancas.

U. laciniata
Chapada dos Veadeiros
(Abr/1995)
FRL

U. laciniata
Chapada dos Veadeiros
(Abr/1995)
FRL

U. laciniata
Serra da Canastra
Close de uma flor
(Abr/1999)
FRL

U. laciniata
Serra do Cipó
(Fev/1992)
FRL

U. laciniata
Serra do Cipó
(Mar/1996)
FRL

U. laciniata
Furnas, MG
(Jun/1995)
FRL

U. laciniata
Itacambira, MG
(Jan/1999)
JN

U. laciniata e U. purpureocaerulea
Diamantina, MG (a da esquerda)
Comparada com a U. purpureocaerulea (à direita)
(Mar/1997)
FRL

U. laciniata e U. purpureocaerulea
Diamantina, MG (a da esquerda)
Comparada com a U. purpureocaerulea (à direita)
(Mar/1997)
FRL

U. sp. "Caraça" e U. laciniata
Serra do Caraça (a da direita)
Comparada com a U. sp. "Caraça" (à esquerda)
(Abr/1993)
FRL

>  U. longeciliata   brasileira

É parecida com a U. sandwithii, pois forma rosetas de folhas ao redor das hastes florais. Ambas são próximas da U. fimbriata e U. simulans, com suas flores amarelas e cálice denteado.

Drosera esmeraldae e U. longeciliata

Serra do Aracá, AM
Roseta de folhas (à direita), junto à um exemplar de Drosera esmeraldae (à esquerda).
(Jan/1999)

FRL

>  U. parthenopipes   brasileira (endêmica !)

Endêmica da Chapada Diamantina. Encontrada em locais com muita sombra, normalmente crescendo sobre rochas umedecidas, perto de quedas d'água. As flores são da cor branca a púrpura claro.

U. parthenopipes
Cultivada, Sítio Ono
(Mar/1996)

FRL

>  U. purpureocaerulea   brasileira (endêmica !)

Similar à U. laciniata. Anual, pequena e frágil, suas flores são da cor púrpura. Considerada rara pela literatura do gênero, na verdade é comum nos estados de Minas Gerais, Bahia e Goiás.

U. purpureocaerulea
Diamantina, MG
(Jul/1999)
FRL

U. purpureocaerulea
Diamantina, MG
(Jul/1999)
FRL

U. purpureocaerulea
Itacambira, MG
Flor albina.
(Mar/1997)
FRL

U. purpureocaerulea
Grão-Mogol, MG
(Dez/1994)
FRL

U. purpureocaerulea
Chapada dos Veadeiros
(Out/1995)
FRL

U. purpureocaerulea e U. sp. "Veadeiros"
Chapada dos Veadeiros (a da esquerda)
Comparada com a U. sp. "Veadeiros" (à direita)
(Out/1995)
FRL

U. laciniata e U. purpureocaerulea
Diamantina, MG (a da direita)
Comparada com a U. laciniata (à esquerda)
(Mar/1997)
FRL

U. laciniata e U. purpureocaerulea
Diamantina, MG (a da direita)
Comparada com a U. laciniata (à esquerda)
(Mar/1997)
FRL

>  U. sandwithii   brasileira

Forma flores de cor amarelo claro com uma mancha mais escura na base do labelo inferior. É parecida com a U. longeciliata, pois forma rosetas de folhas ao redor das hastes florais. Ambas são próximas da U. fimbriata e U. simulans, com suas flores amarelas e cálice denteado.


>  U. simulans   brasileira

Suas flores são amarelas, as sépalas lembram a armadilha da Dionaea. É uma anual.

U. simulans
Serra Dourada, GO
(Abr/1999)
FRL

U. simulans
Serra Dourada, GO
Close das flores
(Abr/1999)
FRL

U. simulans
Serra Dourada, GO
Note o formato das sépalas.
(Abr/1999)
FRL

U. simulans
Chapada dos Guimarães
(Abr/1995)
FRL

U. simulans
Diamantina, MG
(Fev/1997)
FRL

U. simulans
Diamantina, MG
(Fev/1997)
FRL

U. triloba, U. lloydii, U. simulans e U. amethystina

Ao sul de Cuiabá, MT
Comparada com outras espécies.
Da esquerda para a direita: U. triloba, U. lloydii, a própria U. simulans e U. amethystina.
(Fev/1994)

FRL

U. adpressa, U. triloba, U. pusilla, U. simulans e U. huntii

Serra Dourada, GO
Comparada com outras espécies.
Da esquerda para a direita: U. adpressa, U. triloba, U. pusilla, a própria U. simulans e U. huntii.
(Abr/1999)

FRL

>  U. sp. "Veadeiros"   brasileira (endêmica !)

U. sp. "Veadeiros"
Chapada dos Veadeiros
(Out/1995)
FRL

U. purpureocaerulea e U. sp. "Veadeiros"
Chapada dos Veadeiros (a da direita)
Comparada com a U. purpureocaerulea (à esquerda)
(Out/1995)
FRL