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ESPÉCIES
U. geminiloba
(endêmica !)
Espécie de grande tamanho, é encontrada numa restrita região do Rio de
Janeiro. Suas flores são da cor lilás azulado com dois traços verticais amarelos (de 2 ou 3cm) na base
do labelo inferior; possuem dois compridos lóbulos que lembram orelhas de coelho, de cabeça para baixo.
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Serra dos Órgãos (Mai/1996) | |
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Serra dos Órgãos (Fev/1996) | |
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Cultivada, Mauro Com tubérculo (Jun/1999) | |
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Serra dos Órgãos (Mai/1996) | |
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Serra dos Órgãos (Fev/1996) | |
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Serra dos Órgãos Close das flores (Fev/1996) | |
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Serra dos Órgãos (Fev/1996) | |
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Serra dos Órgãos (Jan/1999) | |
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Serra dos Órgãos (a da direita) Comparada com a U. nephrophylla (à esquerda) (Fev/1996) | |
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Serra dos Órgãos (a da esquerda) Comparada com a U. nephrophylla (à direita) (Fev/1996) | |
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U. humboldtii
Pode ser epífita, crescendo dentro de bromélias (como ocorre também com a U. nelumbifolia), dentro de Heliamphora spp. ou ainda
terrestre em solo brejoso. Germina rapidamente, fixando-se no material orgânico ao redor, possivelmente para evitar
de ser carregada pela água das chuvas.
Cultivo: conforme ocorre com a U. nelumbifolia, as sementes têm vida curta, pois
o embrião já é visível dentro da casca transparente da semente e este não pode secar
senão morre. Quando da germinação, as sementes "explodem", revelando embriões em
forma de aranha ou estrela.
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Pico da Neblina, AM Crescendo no "tronco" de uma Brocchinia tatei. (Dez/1998) | |
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Pico da Neblina, AM Vista lateral das flores. (Dez/1998) | |
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Pico da Neblina, AM Vista frontal de uma flor. (Dez/1998) | |
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Pico da Neblina, AM | |
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Pico da Neblina, AM | |
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U. nelumbifolia
(endêmica !)
Uma das maiores espécies do gênero, nativa de locais de grande altitude nos estados do
Rio de Janeiro, Minas Gerais e Espírito Santo. Epífita, cresce somente dentro de bromélias (presa
à folhas mortas na base, ou de forma aquática, aproveitando a água do interior da bromélia).
Suas folhas são grandes, arredondadas e têm comprido pecíolo.
Cultivo: conforme ocorre com a U. humboldtii, as sementes têm vida curta, pois
o embrião já é visível dentro da casca transparente da semente e este não pode secar
senão morre. Quando da germinação, as sementes "explodem", revelando embriões em
forma de aranha ou estrela.
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Cultivada, Linilson Close de botões de flor. (Jul/1996) | |
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Cultivada, Linilson Flor se abrindo. (Jul/1996) | |
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Cultivada, Linilson Close de uma flor. (Jul/1996) | |
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Serra da Araponga, MG Crescendo como epífita entre as folhas de uma bromélia. (Fev/1996) | |
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Serra da Araponga, MG Crescendo como epífita entre as folhas de uma bromélia. (Fev/1996) | |
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Serra da Araponga, MG Crescendo como epífita entre as folhas de uma bromélia. (Fev/1996) | |
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Serra da Araponga, MG Em flor, crescendo como epífita entre as folhas de uma bromélia. (Fev/1996) | |
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Serra da Araponga, MG (Fev/1996) | |
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Serra da Araponga, MG Close de uma flor (Fev/1996) | |
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Serra da Araponga, MG (Fev/1996) | |
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Serra da Araponga, MG Detalhe da porção vegetativa da planta. (Fev/1996) | |
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Serra da Araponga, MG Habitat (Fev/1996) | |
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Cultivada, Fernando Plântulas. (Fev/1996) | |
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Cultivada, Marcelo Haste floral com botões de flor. (Out/1999) | |
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U. nephrophylla
(endêmica !)
Espécie de pequeno tamanho, é encontrada no Rio de Janeiro, nas serras divisórias
entre Minas Gerais e Espírito Santo, e no sul da Chapada Diamantina.
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Catolés - Chapada Diamantina (Jul/1995) | |
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Serra do Caparaó (Fev/1996) | |
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Corcovado - Rio de Janeiro, RJ (Dez/1995) | |
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Serra dos Órgãos (Mai/1996) | |
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Serra dos Órgãos Botão de flor. (Mai/1996) | |
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Serra dos Órgãos (Mai/1996) | |
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Serra dos Órgãos Close frontal de uma flor. (Mai/1996) | |
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Corcovado - Rio de Janeiro, RJ (Fev/1996) | |
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Serra do Caparaó (Fev/1996) | |
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Serra dos Órgãos (a da esquerda) Comparada com a U. geminiloba (à direita) (Fev/1996) | |
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Serra dos Órgãos (a da direita) Comparada com a U. geminiloba (à esquerda) (Fev/1996) | |
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U. reniformis
(endêmica !)
Espécie de grande tamanho (as hastes florais chegam a até 1m de altura, as
lâminas foliares até 15 cm de diâmetro), cresce numa variedade de solos, do ácido ao alcalino,
desde rochas secas próximas à quedas d'água, passando por terrenos arenosos/turfosos junto à
riachos ou sobre nascentes; até solo encharcado, praticamente de forma aquática. Já foi encontrada
como epífita, em folhas mortas de bromélias. Presente desde o nível do mar até altitudes de
2700m, nas regiões sul e sudeste do Brasil. Encontrada tanto em locais ensolarados quanto outros com sombra. Suas
flores vão do lilás ao roxo azulado, e podem ser bem grandes (5 X 4cm).
Cultivo: Mantenha muita umidade e plante em vasos não pequenos. A temperatura não deve ser um
problema, já que cresce em diversas altitudes.
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Serra de Ibitipoca Vários espécimes crescendo espalhados numa mesma área. (Out/1995) | |
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Serra de Ibitipoca (Abr/1996) | |
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Serra dos Órgãos Note o enorme tamanho que uma única folha alcança. (Fev/1996) | |
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Pedra do Garrafão - Biritiba-Mirim, SP (Mar/1999) | |
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Pedra do Garrafão - Biritiba-Mirim, SP | |
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Serra de Ibitipoca (Abr/1996) | |
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Serra de Ibitipoca (Jul/1992) | |
| FRL |
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Paranapiacaba, SP (Out/1999) | |
| MAKF |
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Serra do Caraça Close das flores. (Fev/1991) | |
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Caminho do Mar - Serra do Mar | |
| MAKF |
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Serra de Ibitipoca Detalhe da porção subterrânea da planta. (Abr/1996) | |
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Serra de Ibitipoca Detalhe da porção subterrânea da planta. (Out/1995) | |
| FRL |