UTRICULARIA
Seção SETISCAPELLA



O gênero Utricularia
Aranella
Australes
Avesicaria
Avesicarioides
Benjaminia
Calpidisca
Candollea
Chelidon
Choristothecae
Enskide
Foliosa
Iperua
Kamienskia
Lecticula
Lloydia
Martinia
Meionula
Mirabiles
Nelipus
Nigrescentes
Oligocista
Oliveria
Orchidioides
Pleiochasia
Phyllaria
Polypompholyx
Psyllosperma
Setiscapella
Sprucea
Steyermarkia
Stomoisia
Stylotheca
Tridentaria
Utricularia
Vesiculina



ESPÉCIES

Abaixo estão listadas todas as espécies nativas do Brasil.

>  U. flaccida   brasileira

Encontrada apenas na Chapada Diamantina, principalmente na beira de córregos e cachoeiras, mas pode ser encontrada em quase todos os ambientes úmidos. É provavelmente a espécie mais comum do gênero na região. Parente próxima da U. subulata e da U. trichophylla. Parece ser uma perene.

U. flaccida
Cultivada, Marcelo
Hastes florais
(Ago/1998)
MAKF

U. flaccida
Cultivada, Marcelo
Close lateral de uma flor
(Ago/1998)
MAKF

U. flaccida
Cultivada, Marcelo
Close frontal de uma flor
(Ago/1998)
MAKF

U. flaccida
Lençois (Chapada Diamantina)
(Dez/1992)
FRL

U. flaccida
Cachoeira da Fumaça (Chapada Diamantina)
(Jan/1993)
FRL

>  U. nervosa   brasileira

Como uma U. subulata de maior tamanho, embora não tão frequente. De tão parecidas, às vezes é difícil distinguir uma da outra. Encontrada apenas na América do Sul, no Brasil a U. nervosa parece preferir nascentes brejosas com muitas gramíneas (como em buritizais) em áreas de cerrados e beiras de riachos em áreas de campos rupestres.

U. nervosa
Caminho do Mar - Serra do Mar
(Out/1999)
MAKF

U. nervosa
Cultivada, Sítio Ono
(Mai/1995)
FRL

>  U. nigrescens   brasileira (endêmica !)

Muito parecida com a U. pusilla (embora tenha maior tamanho), é muito difícil distinguí-las, já que ambas são bastante variáveis. Produzem uma gosma transparente extremamente viscosa nas hastes florais, de função desconhecida.

U. nigrescens
Gran Sabana, Venezuela
(Jan/1999)
FRL

U. nigrescens
Pedra Aparada, GO
(Mai/1999)
FRL

U. nigrescens
Chapada dos Guimarães
Close das flores
(Abr/1995)
FRL

U. nigrescens
Sul de Cuiabá, MT
(Fev/1994)
FRL

>  U. physoceras   brasileira (endêmica !)

>  U. pusilla   brasileira

Muito parecida com a U. nigrescens (embora tenha tamanho menor), é muito difícil distinguí-las, já que ambas são bastante variáveis. Produzem uma gosma transparente extremamente viscosa nas hastes florais, de função desconhecida.

U. pusilla
Cultivada, Mauro
Close de uma flor
(Jun/1999)
MAKF

U. pusilla
Cultivada, Fernando
(Mar/1996)
FRL

U. pusilla

Cultivada, Fernando
Repare na gosma envolvendo a haste floral.
(Mar/1996)

FRL

U. pusilla
Serra do Caiapó, GO
(Abr/1999)
FRL

U. adpressa, U. triloba, U. pusilla, U. simulans e U. huntii

Serra Dourada, GO
Comparada com outras espécies.
Da esquerda para a direita: U. adpressa, U. triloba, a própria U. pusilla, U. simulans e U. huntii.
(Abr/1999)

FRL

>  U. stanfieldii

>  U. subulata   brasileira

Bem comum, propaga-se à uma velocidade surpreendente (por sementes) colonizando todos os vasos da vizinhança (a exemplo da Drosera intermedia), pode ser considerada "mato". Suas flores são amarelas.

U. subulata
Cultivada, Marcelo
Close de uma flor
(Dez/1997)
MAKF

U. subulata
Caminho do Mar - Serra do Mar
(Jan/1992)

FRL

U. subulata

Caminho do Mar - Serra do Mar
Close de uma flor
Note a variabilidade da espécie: no caso, a espora é vermelha e bi-fendida.
(Dez/1997)

MAKF

U. subulata
Serra do Caraça
(Fev/1996)
FRL

U. subulata e U. triloba
Serra do Caraça (a da esquerda)
Comparada com a U. triloba (à direita)
(Fev/1996)
FRL

U. triloba e U. subulata
Serra do Caraça (a da direita)
Comparada com a U. triloba (à esquerda)
(Fev/1996)
FRL

U. triloba e U. subulata
Serra do Caraça (a da direita)
Comparada com a U. triloba (à esquerda)
(Fev/1996)
FRL

>  U. trichophylla   brasileira

Cresce sempre em nascentes e na beira de riachos, onde há água fluindo sobre o solo brejoso. É uma aquática afixada. Apenas as flores, amarelas, ficam fora da água.

U. trichyophylla
Rio Claro, SP
(Mar/1999)
MAKF

U. trichophylla
Diamantina, MG
(Fev/1992)
FRL

U. trichophylla
Chapada dos Guimarães
(Abr/1995)
FRL

U. trichophylla
Chapada dos Guimarães
(Abr/1995)
FRL

U. trichophylla
Chapada dos Guimarães
(Abr/1995)
FRL

>  U. triloba   brasileira

Muito parecida com a U. subulata, pode ser diferenciada desta analisando-se as sépalas das flores: enquanto que em U. subulata as sépalas são lisas, em U. triloba estas são dotadas de estrias longitudinais.

U. triloba
Diamantina, MG
(Fev/1992)
FRL

U. triloba
Serra do Caraça
(Fev/1996)
FRL

U. subulata e U. triloba
Serra do Caraça (a da direita)
Comparada com a U. subulata (à esquerda)
(Fev/1996)
FRL

U. triloba e U. subulata
Serra do Caraça (a da esquerda)
Comparada com a U. subulata (à direita)
(Fev/1996)
FRL

U. triloba e U. subulata
Serra do Caraça (a da esquerda)
Comparada com a U. subulata (à direita)
(Fev/1996)
FRL

U. triloba, U. lloydii, U. simulans e U. amethystina

Ao sul de Cuiabá, MT
Comparada com outras espécies.
Da esquerda para a direita: a própria U. triloba, U. lloydii, U. simulans e U. amethystina.
(Fev/1994)

FRL

U. adpressa, U. triloba, U. pusilla, U. simulans e U. huntii

Serra Dourada, GO
Comparada com outras espécies.
Da esquerda para a direita: U. adpressa, a própria U. triloba, U. pusilla, U. simulans e U. huntii.
(Abr/1999)

FRL