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ESPÉCIES
Abaixo estão listadas todas as espécies nativas do Brasil.
U. flaccida
Encontrada apenas na Chapada Diamantina,
principalmente na beira de córregos e cachoeiras, mas pode ser encontrada em quase todos os ambientes úmidos.
É provavelmente a espécie mais comum do gênero na região.
Parente próxima da U. subulata e da
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Cultivada, Marcelo Hastes florais (Ago/1998) | |
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Cultivada, Marcelo Close lateral de uma flor (Ago/1998) | |
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Cultivada, Marcelo Close frontal de uma flor (Ago/1998) | |
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Lençois (Chapada Diamantina) (Dez/1992) | |
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Cachoeira da Fumaça (Chapada Diamantina) (Jan/1993) | |
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U. nervosa
Como uma U. subulata de maior tamanho, embora não tão frequente. De tão parecidas, às vezes é difícil distinguir uma da outra. Encontrada apenas na América do Sul, no Brasil a U. nervosa parece preferir nascentes brejosas com muitas gramíneas (como em buritizais) em áreas de cerrados e beiras de riachos em áreas de campos rupestres.
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Caminho do Mar - Serra do Mar (Out/1999) | |
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Cultivada, Sítio Ono (Mai/1995) | |
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U. nigrescens
(endêmica !)
Muito parecida com a U. pusilla (embora tenha maior tamanho), é muito difícil distinguí-las, já que ambas são bastante variáveis. Produzem uma gosma transparente extremamente viscosa nas hastes florais, de função desconhecida.
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Gran Sabana, Venezuela (Jan/1999) | |
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Pedra Aparada, GO (Mai/1999) | |
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Chapada dos Guimarães Close das flores (Abr/1995) | |
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Sul de Cuiabá, MT (Fev/1994) | |
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U. physoceras
(endêmica !)
U. pusilla
Muito parecida com a U. nigrescens (embora tenha tamanho menor), é muito difícil distinguí-las, já que ambas são bastante variáveis. Produzem uma gosma transparente extremamente viscosa nas hastes florais, de função desconhecida.
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Cultivada, Mauro Close de uma flor (Jun/1999) | |
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Cultivada, Fernando (Mar/1996) | |
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Cultivada, Fernando | |
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Serra do Caiapó, GO (Abr/1999) | |
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Serra Dourada, GO | |
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U. stanfieldii
U. subulata
Bem comum, propaga-se à uma velocidade surpreendente (por
sementes) colonizando todos os vasos da vizinhança (a exemplo da Drosera
intermedia), pode ser considerada "mato". Suas flores
são amarelas.
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Cultivada, Marcelo Close de uma flor (Dez/1997) | |
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Caminho do Mar - Serra do Mar (Jan/1992) | |
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Caminho do Mar - Serra do Mar | |
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Serra do Caraça (Fev/1996) | |
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Serra do Caraça (a da esquerda) Comparada com a U. triloba (à direita) (Fev/1996) | |
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Serra do Caraça (a da direita) Comparada com a U. triloba (à esquerda) (Fev/1996) | |
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Serra do Caraça (a da direita) Comparada com a U. triloba (à esquerda) (Fev/1996) | |
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U. trichophylla
Cresce sempre em nascentes e na beira de riachos, onde há água fluindo sobre o solo brejoso. É uma aquática afixada. Apenas as flores, amarelas, ficam fora da água.
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Rio Claro, SP (Mar/1999) | |
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Diamantina, MG (Fev/1992) | |
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Chapada dos Guimarães (Abr/1995) | |
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Chapada dos Guimarães (Abr/1995) | |
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Chapada dos Guimarães (Abr/1995) | |
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U. triloba
Muito parecida com a U. subulata, pode ser diferenciada desta analisando-se as sépalas das flores: enquanto que em U. subulata as sépalas são lisas, em U. triloba estas são dotadas de estrias longitudinais.
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Diamantina, MG (Fev/1992) | |
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Serra do Caraça (Fev/1996) | |
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Serra do Caraça (a da direita) Comparada com a U. subulata (à esquerda) (Fev/1996) | |
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Serra do Caraça (a da esquerda) Comparada com a U. subulata (à direita) (Fev/1996) | |
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Serra do Caraça (a da esquerda) Comparada com a U. subulata (à direita) (Fev/1996) | |
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Ao sul de Cuiabá, MT | |
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Serra Dourada, GO | |
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